O mercado mobile tem crescido exponencialmente nos últimos anos. Segundo dados divulgados pela consultoria Morgan Stanley no final de maio deste ano, o Brasil é o quarto país em número de smartphones no mundo: 70 milhões. Ficamos atrás apenas de China, Estados Unidos e Japão. Outro dado interessante, é o da Anatel, que indica que o Brasil terminou outubro com 269,9 milhões de linhas de celular. Estes dados demonstram como é importante o investimento em mobile marketing, desde que feito de forma estratégica e integrada.

Vantagens do mobile marketing

O canal mobile tem se mostrado importante para o marketing, principalmente pelas novas possibilidades técnicas. Entre as vantagens, temos uma maior cobertura, maior interatividade, anúncios mais pessoais e mais segmentados. Este último, aliás, tem se mostrado um grande aliado se comparado à mídia tradicional. Como o usuário “disponibiliza” informações sobre si mesmo, é possível criar cruzamentos, gerando campanhas específicas (baseada na localização, por exemplo). Mas, no final das contas, o mais importante é entender o público-alvo, para saber qual mensagem ele quer receber. E como um político pode utilizar este cenário a seu favor?

Em quais estratégias focar?

Para o segmento político, duas ações funcionam bem: aplicativos e SMS. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados. Em época de eleição, por exemplo, diversos candidatos ainda usam essas ferramentas de forma errônea. Como resultado, vemos uma enxurrada de reclamações nas redes sociais: “Pare de me mandar SMS, fulano de tal!”, “Não aguento mais receber tanto SPAM do fulano de tal!” etc.

Aplicativo

Em primeiro lugar, um bom aplicativo mobile (app) é aquele que oferece alguma funcionalidade “diferente” para o usuário, não os simplesmente institucionais. Ou seja, se aquele seu app (que não foi barato) não teve mais do que cem downloads na época da campanha, é porque ele não era atrativo o suficiente para a população. Exemplo: se você é um candidato a deputado estadual pela oposição, seria legal um app em que o cidadão pudesse mostrar os problemas de infraestrutura de sua região (como buracos ou ruas mal sinalizadas). Utilizando a câmera e o GPS do smartphone, o usuário poderia enviar uma foto geolocalizada do problema, fomentando uma rede de debates entre população e candidato.

SMS

O SMS também pode ser um grande aliado, se feito de forma segmentada e estratégica. Um erro cometido pela grande parte dos candidatos é o envio da mesma mensagem para todo o banco de dados, já que maioria dos sistemas de envio permite pouca (ou quase nenhuma) segmentação. Com o SGP, é possível segmentar uma mensagem por nome, sexo, aniversário, grupo social, profissão, telefone, cidade, estado e voto (caso você saiba quem já é seu eleitor conquistado ou não). Além disso, você também pode programar o disparo para uma data e horário específicos, excluindo aquela possibilidade de o SMS acordar seu eleitor no meio da noite.

Gostou do conteúdo? Então assine nossa newsletter e receba nossos artigos em primeira mão!


eBook Marketing no Celular