Grande parte dos políticos e candidatos brasileiros utiliza o email marketing para se comunicar com o público. Entretanto, observamos alguns erros comuns à maioria deles.

1) Enviar o conteúdo como uma imagem única

A maior parte dos serviços de email, por padrão, bloqueia imagens por questões de segurança. Quem recebe o email precisa autorizar a visualização sem saber do que se trata a mensagem, o que afeta significativamente a leitura.

O que fazer?

Construa suas campanhas em HTML, com textos, imagens e links. Com ferramentas como o SGP, você pode construir o email marketing nesse formato.

Uma dica: as pessoas “escaneiam” o email antes de dedicar uma atenção maior a ele. Estruture sua mensagem em tópicos curtos e de fácil leitura.

Softwares web como o SGP permitem a criação da mensagem nesse formato.

2) Não segmentar as campanhas

Outro erro comum, é o disparo de uma campanha genérica para todo o banco de dados. Nesse caso, o relacionamento com o eleitor é prejudicado, já que, muitas vezes, aquela mensagem não faz parte da realidade dele.

O que fazer?

Para alcançar bons resultados, é necessário enviar campanhas segmentadas para cada público. Com o SGP, você tem diversas possibilidades de segmentação: por região, sexo, profissão, grupo social e até mesmo aniversário, caso você queira programar uma mensagem especial de felicitações para cada eleitor.

3) Não mandar conteúdo relevante

Muitos políticos usam o email marketing apenas com cunho eleitoral ou como forma de propaganda agressiva.

O que fazer?

Antes de mais nada, é importante entender que campanhas de email marketing servem para se relacionar com eleitores (ou potenciais eleitores) já conquistados. Sendo assim, evite a auto promoção constante e pense em ser relevante para o eleitor.

4) Não medir os resultados

A maior parte dos políticos e candidatos não mensuram seus resultados em email marketing. Esse é um erro muito grave, pois a análise desses dados é essencial na otimização das campanhas.

O que medir? 

Fique atento a métricas como entregabilidade (porcentagem de emails entregues), taxa de abertura e cliques.

5) Usar bancos de dados comprados ou doados

Uma prática comum é a compra de banco de dados. Além de ilegal (Lei nº 9.504/97, art. 57-E, § 1º), esse tipo de estratégia tem um impacto bem negativo na recepção do eleitor, já que ele não sabe a procedência daquela mensagem.

O que fazer?

O foco do email marketing é o relacionamento com os eleitores, não a aquisição de novos. Leia o post “Como conquistar emails qualificados dos eleitores certos” para saber a melhor forma de capturar emails para o seu banco.


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