Estamos vivendo um momento em que é impossível um político imaginar sua vida pública sem considerar a internet como pilar estratégico. Porém, como transformar o potencial da internet em relacionamento com os eleitores ainda é uma fórmula não descoberta por muitos candidatos. Esta confusão se dá principalmente porque os sites não são planejados para serem funcionais. Na maioria das vezes, o site é colocado no ar “por obrigação”.

Essas são algumas razões pelas quais os sites não dão o retorno esperado:

1) Falta de planejamento e estratégia

O site não vai se tornar funcional só porque foi colocado lá. É fundamental que haja um planejamento de marketing digital que inclua o site como ferramenta de captação e comunicação. O site deve ser o centralizador de todo conteúdo online do político. Ele deve concentrar todos os esforços em um só local, gerando tráfego e buzz.

2) Deixar o desenvolvimento na mão de um “sobrinho”

Este erro é um dos mais comuns. “Não preciso contratar uma agência ou um especialista, meu sobrinho disse que faz pra mim”. Essa frase, e suas variações, é extremamente comum. Para muitos políticos, a internet e o marketing digital é um “bicho de sete cabeças” e qualquer “sobrinho” que saiba mexer em um Iphone, convence o político que é melhor deixar ele cuidar da parte de tecnologia.

Um bom site pode alavancar relacionamentos e votos com um custo extremamente reduzido, se comparado com os custos de marketing comum. Porém, se for deixado na mão de leigos, não dará o resultado esperado.

3) Escolher uma hospedagem ruim

Já desenvolvemos sites para clientes que resolveram utilizar hospedagens baratas e acabaram perdendo suas informações para hackers. Uma boa hospedagem é um investimento necessário para a segurança de seus dados.

Outro ponto a se considerar, é a quantidade de visitantes simultâneos do seu site. Uma hospedagem adequada é essencial para que o seu site não saia do ar por causa de um alto número de visitas.

4) Copiar um design sem foco na funcionalidade

É normal um cliente chegar até nós dizendo “quero site igual ao do fulano de tal”. Na maioria das vezes, ele não tem um plano de ação e simplesmente achou determinado site “bonito”. Um site, na maioria dos casos, deve ser antes de tudo funcional e cumprir com o objetivo maior de um planejamento de marketing digital.

O site de um político não é um outdoor. É um catalisador de informações, contatos, conteúdo e uma ferramenta importante de captação de votos. Se é possível fazer isso, por que aceitar menos?

Tenha em mente sempre o objetivo final que é se comunicar com os eleitores e captar votos. Não deixe que gosto pessoal atrapalhe o desenvolvimento.

5) Falta de integração

Um site só funciona na prática se estiver integrado com outros serviços. Integrado com as redes sociais e com um projeto de marketing digital, integrado com produção de conteúdo através de um blog dentro do próprio site e, principalmente, integrado com um sistema de cadastros do político. O site precisa ser um fornecedor de novos cadastros para o candidato, criando um ciclo de relacionamento com o eleitor que passa pelas mídias sociais, email marketing, produção de conteúdo e puxe para o site todo este tráfego de informações e de eleitores em potencial.

 

Importância de ter um site no mandato