No que diz respeito à campanha eleitoral, as mídias sociais já superaram TV e rádio – tanto em alcance como em eficiência comunicacional. Isso se deve muito a como a internet está presente na vida das pessoas atualmente. Uma pesquisa feita em novembro de 2015 pela ComScore nos mostrou que o streaming de vídeos (Netflix, Youtube e Facebook principalmente) já superou a TV aberta na América Latina. Além disso, o número de pessoas que assistem à televisão com seus smartphones nas mãos (acessando suas mídias sociais) tem crescido continuamente.

Onde os políticos erram

Além desse crescimento, as mídias sociais proporcionam duas grandes vantagens estratégicas para os candidatos: interação e capacidade de atingir o público certo no momento certo. Essas características permitem aos candidatos construir debates profundos sobre temas específicos e gerar uma credibilidade. O grande problema é que a maioria dos políticos ainda não consegue usufruir disso, transformando as mídias sociais em simples palanques e compartilhando santinhos virtuais (escrevi sobre isso nesse post aqui).

Como resolver esse problema

Um político que queira ter eficiência nas mídias sociais deve pensar em quatro coisas:

  1. Quem é o seu público-alvo;
  2. Quais pautas e linguagem são relevantes para esse público;
  3. Qual será a estratégia de relacionamento para lidar com os diversos tipos de comentários (abordamos isso nesse eBook aqui);
  4. Quais métricas são importantes para acompanhar o crescimento do trabalho.

Tendo essa estrutura bem definida e profissionais qualificados no time, o candidato tem grandes chances de realmente impactar o resultado das urnas.

Muitos políticos costumam passar por diversos problemas nas mídias sociais, tanto no período eleitoral quanto no mandato. Isso pelo fato das redes sociais serem um ambiente bastante passional, onde os eleitores descarregam suas mazelas e exigem mudanças. Na maioria das vezes os políticos não têm uma estratégia definida para lidar com isso, o que acaba provocando duas situações: falta de resposta ou inabilidade de lidar com as críticas e crises.

Mas, tendo uma estratégia de relacionamento muito bem definida, é possível transformar as mídias sociais em uma poderosa ferramenta de atração e fidelização. Ao se relacionar com um candidato em uma mídia social, o usuário assume uma postura: troll, militante, agressiva, questionadora, entre outras. Esses perfis comportamentais são chamados de “atores”. Para cada perfil, a equipe de campanha deve ter uma estratégia de relacionamento, seja para prevenir/controlar uma crise ou dar mais voz a algum usuário.

Infelizmente, a maioria dos políticos ainda não sabe como fazer um trabalho efetivo em mídias sociais. Aqui no SGP, levamos essa educação do público como um desafio e buscamos

alimentá-los sempre com conteúdos de qualidade sobre o assunto. Um exemplo disso, é o eBook “Eleições e Mídias Sociais”, que está disponível gratuitamente clicando aqui.

O SGP é um software que tem tudo o que seu mandato e/ou campanha precisam, rodando em qualquer dispositivo. E nós ainda te ajudamos a atrair eleitores e apoiadores. Veja uma demonstração em vídeo.

 

eleições-e-mídias-sociais