Pessoa lendo um SMS

Muitos políticos e candidatos ainda pecam ao planejar uma campanha de SMS Marketing. A maior culpada desse fracasso é a falta de segmentação, já que, diferentemente do SGP, a maioria das ferramentas disponíveis no mercado ainda oferece poucos filtros.

Durante as eleições, é comum receber mensagens de candidatos com conteúdo genérico, como “Vote em mim no dia 31/10” ou “Conte comigo no dia 31”. Mas será que essa mensagem padronizada funciona para os diferentes tipos de público com os quais o candidato trabalha? Um simples monitoramento no Twitter nos diz que não.
twitter sms de políticoComo podemos ver nos tweets acima, além da falta de segmentação, a compra de banco de dados é recorrente. Com essa estratégia, o impacto do SMS Marketing é muito negativo, pois atinge pessoas sem nenhum relacionamento anterior com o candidato.

Mas o que fazer?

A melhor estratégia é ter um banco de dados constantemente atualizado e integrado, alimentado pelos cabos eleitorais. A equipe de campanha pode cadastrar cada voto conquistado diretamente no SGP. Quanto mais informações sobre o eleitor, melhor: nome, sexo, região, profissão, data de aniversário, grupo social etc. Com esses dados, a assessoria de comunicação pode criar disparos independentes para cada segmento. Por exemplo:

“Olá, João! Sei que tenho seu apoio para continuar trabalhando pelos metalúrgicos de SP. Conte comigo sempre. Fulano de Tal 99.999”

Assim, o eleitor saberá que o candidato está com ele e não terá dúvida sobre a procedência da mensagem. Com o SGP, é possível segmentar uma mensagem por nome, sexo, aniversário, grupo social, profissão, telefone, cidade, estado e voto (caso você saiba quem já é seu eleitor conquistado ou não). Além disso, você também pode programar o disparo para uma data e horário específicos, excluindo aquela possibilidade de o SMS acordar seu eleitor no meio da noite.

Clique aqui para testar o SGP gratuitamente.

Vale lembrar que a propaganda eleitoral só será permitida a partir do dia 6 de julho de 2014 (Lei nº 9.504/97, art. 36, caput).

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